Sob a luz do luar, o cemitério está silencioso. Tudo é envolvido naquela névoa de mistério e penumbra. As covas imóveis, e o vento uivando por entre as lápides.
Então, algo se move por entre as sombras. O silêncio é tamanho que o mísero ruído já ecoa por todos os lados. A figura escondida se levanta. E o silêncio se transforma em mortal.
A figura estranha sai das sombras. Sua pele pálida é refletida pela luz do luar. Os olhos cor de sangue emanam frieza e terror. Seus movimentos eram elegantes e duros. Ele era uma beleza fria. Ele se esgueira silenciosamente atravéz do cemitério, alcançando a saída. E saindo para uma noite de horror.
Pela calçada, encontra sua vítima. Uma mulher atraente caminha.
Hora do trabalho. Sua recompensa? Sua fonte de energia. Sua recompensa? Sangue humano.
Ele aborda a vítima. A mulher se prende em seu olhar. Seu olhar belo e hipnotizante. Uma armadilha mortal.
Uma armadilha que ela caiu.
(Continua amanhã)
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