sábado, 7 de maio de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Mais uma
E lembra de todos aqueles sentimentos ruins que você me contou? É, eu estou tendo eles agora. Mas eu não queria. Nem por um segundo eu queria que você tivesse eles. Nem naquele momento em que fui eu quem os causei. E eu só causei por medo de causar. Foi isso.
E agora cá estou eu. Chorando, e gripada. Tossindo. Deitada. Sem conseguir dormir. Pensando em você como penso sempre desde aquela vez em que nos reencontramos e eu me dei conta da burrada que eu fiz, dia após dia. Pensando em você.
E tudo me lembra você. Todas as músicas de todas os albuns de todos os artistas. Sabe, como eu costumava dizer o quão legal era que todas as musicas me lembravam você? Agora é tortura.
Cada canto em que nos beijamos, que saimos, que vivemos, e até naqueles em que não.
Cada vez que olho pro telefone, lembrando as vezes em que fiquei horas olhando pra ele, para ver se você ligava. E quando você ligava, e eu passava mais horas conversando com você.
E a espectativa de abrir meu celular. Nossa, aquela fração de segundo era um turbilhão. E ver algo que não era meu maldito plano de fundo, mas sim uma mensagem sua, era a coisa mais linda do mundo.
E quando você pôs meu despertador em horas iguais sem eu saber. Só pra eu olhar e saber que você estava pensando em mim.
E eu sei que estava.
Porque você sempre esteve. Lá, pensando em mim. Cuidando de mim. Esperando por mim. Me amando.
Eu só não estive lá por você.
E agora você não está para mim.
Então, cá estou eu. Chorando, e gripada. Tossindo. Deitada. Sem conseguir dormir. Pensando em você como penso sempre desde aquela vez em que nos reencontramos e eu me dei conta da burrada que eu fiz, dia após dia. Pensando em você.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Aonde menos se espera
Centésimo
“Sou mulher e escrevo. Sou plebeia e sei ler. Nasci serva e sou livre. Vi na minha vida coisas maravilhosas. Fiz na minha vida coisas maravilhosas. Durante algum tempo o mundo foi um milagre. Depois a escuridão voltou. (..) As Boas Mulheres rezam. Eu escrevo. É a minha maior vitória, a minha maior conquista, o dom de que me sinto orgulhosa; e embora as palavras estejam a ser devoradas pelo grande silêncio, constituem hoje a minha única arma."
-RM
terça-feira, 1 de março de 2011
O Melhor Amigo do Homem
Ah, o maravilhoso mundo dos livros. Sete vidas, mil vidas. Indas e vindas. Amores, tragédias, conquistas. O ser humano em sua pureza. O ser descritivo. Ou o ser ou não ser, eis a questão.
Ah, o impressionante mundo dos livros. Eterno. Viajar parado. Parar viajando. Estimado, tolerado, ignorado. São poucos mas muitos aqueles que desvendam seus mistérios reais. Sortudos são eles, pois palavras são ações. O que seriam das palavras sem as ações, e o que seria da linguagem sem as palavras?
Ah, o companheiro mundo dos livros. Fugir, viver. Pois a imaginação é real. É real? É real. E nada é mais original que sua própria imaginação. E nada mais um livro é do que sua imaginação.
Ah, o mundo dos livros...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
(S)Cem Motivos
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Desvio
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
[CENSURADO] o que eles pensam.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
O Nome Do Vento
"Meu nome é Kvothe, com pronúncia semelhante à de ‘Kuouth’. Os nomes são importantes, porque dizem muito sobre as pessoas. Já tive mais nomes do que alguém tem o direito de possuir.
Meu primeiro mentor me chamava de E’lir, porque eu era inteligente e sabia disso.
Minha primeira amada de verdade me chamava de Duleitor, porque gostava desse som. Já fui chamado de Umbroso, Dedo-Leve e Seis-Cordas. Fui chamado de Kvothe, o Sem-Sangue; Kvothe, o Arcano; e Kvothe, o Matador do Rei. Mereci esses nomes.
Comprei e paguei por eles.
Mas fui criado como Kvothe. Uma vez meu pai me disse que isso significava ‘saber’.
Fui chamado de muitas outras coisas, é claro. Grosseiras, na maioria, embora pouquíssimas não tenham sido merecidas.
Já resgatei princesas de reis adormecidos em sepulcros. Incendiei a cidade de Trebon.
Passei a noite com Feluriana e saí com minha sanidade e minha vida. Fui expulso da Universidade com menos idade do que a maioria das pessoas consegue ingressar nela.
Caminhei à luz do luar por trilhas de que outros temem falar durante o dia. Conversei com deuses, amei mulheres e escrevi canções que fazem os menestréis chorar.
Vocês devem ter ouvido falar de mim."