Me sento em frente ao meu armário.
Pensamento um: "Hoje eu vou me arrumar."
Depois de experimentar mil roupas, pensamento dois: "EU NÃO TENHO ROUPA!!"
Depois de me olhar no espelho, pensamento três: "Eu fico gorda em todas elas."
Logo em seguida, o quarto pensamento: "Eu fico gorda até sem elas."
Olho para o armário, olho para o espelho. Olho para o armário, olho para o espelho.
Olho para o espelho e o pensamento cinco passa na minha mente: "O que adianta eu me arrumar, se ninguem repara nem nota em como eu pareço?"
Ponho qualquer roupa e saio.
domingo, 4 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Blá.
Estou me sentindo... blá.
Não sei que sentimento é. Não é de felicidade, nem longe é tristeza.
Parece conformismo, e lembra orgulho. Tem uma pontada de aflição, pois não quero que ele se vá.
Talvez pelos fatos de meu dia, e talvez pela esperança que eu continue assim. Não quero que isso mude. Não quero a dor de volta. Não preciso estar feliz, apenas me sentir assim.
Blá. Esse foi o nome que dei ao sentimento. Não é exatamente criativo, mas a situação em si não é também. É apenas inexplicavél, entende?
Me lembra esperança, mas não é. Está longe de ser o amor, deste reconheço bem, farejo a dor de longe. É um pouco de liberdade, pois me sinto segura. É um pouco de emoção, pois sinto meu coração se enchendo.
No final, não importa o que é.
Desde que eu o esteja sentindo.
Não sei que sentimento é. Não é de felicidade, nem longe é tristeza.
Parece conformismo, e lembra orgulho. Tem uma pontada de aflição, pois não quero que ele se vá.
Talvez pelos fatos de meu dia, e talvez pela esperança que eu continue assim. Não quero que isso mude. Não quero a dor de volta. Não preciso estar feliz, apenas me sentir assim.
Blá. Esse foi o nome que dei ao sentimento. Não é exatamente criativo, mas a situação em si não é também. É apenas inexplicavél, entende?
Me lembra esperança, mas não é. Está longe de ser o amor, deste reconheço bem, farejo a dor de longe. É um pouco de liberdade, pois me sinto segura. É um pouco de emoção, pois sinto meu coração se enchendo.
No final, não importa o que é.
Desde que eu o esteja sentindo.
domingo, 27 de junho de 2010
Day two - Your Crush
Hope i love you as you love me.
I don't know you. Unless, i don't know that you are you. So.
Just that. You love me as i love you.
Love,
Aninha
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Day One - Your Best Friend
To your Best Friend.
Marina,
Tá, eu sei, você é minha irmã. Mas nós nos considermos umas as outras melhores amigas, desde que eu tinha uns 5 anos de idade e você me arrumou para ir para a escola pela primeira vez.
Talvez eu soubesse que naquele momento, eu iria fazer milhares de amigas, mas que nenhuma, nunca iria te substituir.
Porque você me atura todos os dias, faz 14 anos. E não me abandonou, como outras amigas fizeram.
Você me faz rir como ninguém. Você sempre me ajuda com tudo, pra falar a verdade. Desde as coisas mais banais, até os maiores problemas, e eu procuro sempre te ajudar também. Você esteve lá o tempo todo, e eu sempre notei isso. Sabe falar as melhores palavras pra me consolar. As melhores noticias para me alegrar. E eu sei que você quer me fazer feliz, por isso eu não suporto te ver triste. O que eu sinto por você é algo tão tão grande, que eu sei que emana de mim. Eu te admiro.
Você é minha inspiração. Minha ídola. Minha irmã. Minha melhor amiga. Minha mãe. Minha irmãe.
E eu sempre sempre, vou te amar muito muito. Porque você é a pessoa que eu mais confio nesse mundo todo.
Marina,
Tá, eu sei, você é minha irmã. Mas nós nos considermos umas as outras melhores amigas, desde que eu tinha uns 5 anos de idade e você me arrumou para ir para a escola pela primeira vez.
Talvez eu soubesse que naquele momento, eu iria fazer milhares de amigas, mas que nenhuma, nunca iria te substituir.
Porque você me atura todos os dias, faz 14 anos. E não me abandonou, como outras amigas fizeram.
Você me faz rir como ninguém. Você sempre me ajuda com tudo, pra falar a verdade. Desde as coisas mais banais, até os maiores problemas, e eu procuro sempre te ajudar também. Você esteve lá o tempo todo, e eu sempre notei isso. Sabe falar as melhores palavras pra me consolar. As melhores noticias para me alegrar. E eu sei que você quer me fazer feliz, por isso eu não suporto te ver triste. O que eu sinto por você é algo tão tão grande, que eu sei que emana de mim. Eu te admiro.
Você é minha inspiração. Minha ídola. Minha irmã. Minha melhor amiga. Minha mãe. Minha irmãe.
E eu sempre sempre, vou te amar muito muito. Porque você é a pessoa que eu mais confio nesse mundo todo.
30 day letter challenge
Since everyone’s doing it… 30 day letter challenge!
Day 1 — Your Best Friend
Day 2 — Your Crush
Day 3 — Your parents
Day 4 —Your sibling (or closest relative)
Day 5 — Your dreams
Day 6 — A stranger
Day 7 — Your Ex-boyfriend/girlfriend/love/crush
Day 8 — Your favorite internet friend
Day 9 — Someone you wish you could meet
Day 10 — Someone you don’t talk to as much as you’d like to
Day 11 — A Deceased person you wish you could talk to
Day 12 — The person you hate most/caused you a lot of pain
Day 13 — Someone you wish could forgive you
Day 14 — Someone you’ve drifted away from
Day 15 — The person you miss the most
Day 16 — Someone that’s not in your state/country
Day 17 — Someone from your childhood
Day 18 — The person that you wish you could be
Day 19 — Someone that pesters your mind—good or bad
Day 20 — The one that broke your heart the hardest
Day 21 — Someone you judged by their first impression
Day 22 — Someone you want to give a second chance to
Day 23 — The last person you kissed
Day 24 — The person that gave you your favorite memory
Day 25 — The person you know that is going through the worst of times
Day 26 — The last person you made a pinky promise to
Day 27 — The friendliest person you knew for only one day
Day 28 — Someone that changed your life
Day 29 — The person that you want tell everything to, but too afraid to
Day 30 — Your reflection in the mirror
Day 1 — Your Best Friend
Day 2 — Your Crush
Day 3 — Your parents
Day 4 —Your sibling (or closest relative)
Day 5 — Your dreams
Day 6 — A stranger
Day 7 — Your Ex-boyfriend/girlfriend/love/crush
Day 8 — Your favorite internet friend
Day 9 — Someone you wish you could meet
Day 10 — Someone you don’t talk to as much as you’d like to
Day 11 — A Deceased person you wish you could talk to
Day 12 — The person you hate most/caused you a lot of pain
Day 13 — Someone you wish could forgive you
Day 14 — Someone you’ve drifted away from
Day 15 — The person you miss the most
Day 16 — Someone that’s not in your state/country
Day 17 — Someone from your childhood
Day 18 — The person that you wish you could be
Day 19 — Someone that pesters your mind—good or bad
Day 20 — The one that broke your heart the hardest
Day 21 — Someone you judged by their first impression
Day 22 — Someone you want to give a second chance to
Day 23 — The last person you kissed
Day 24 — The person that gave you your favorite memory
Day 25 — The person you know that is going through the worst of times
Day 26 — The last person you made a pinky promise to
Day 27 — The friendliest person you knew for only one day
Day 28 — Someone that changed your life
Day 29 — The person that you want tell everything to, but too afraid to
Day 30 — Your reflection in the mirror
terça-feira, 22 de junho de 2010
Just...
- Quer dizer, olhe ao seu redor. Pode parecer, às vezes que ninguém se importa com você, não é?
Acenei com a cabeça. Sentia a linha de lágrima queimando pela minha bochecha.
- E que ser feliz é a coisa mais dificil que pode acontecer, não é?
Fechei meu olhos fortes, liberando algumas lágrimas. Sim, exatamente.
- Você tem vontade de chorar o tempo inteiro... E quando não está triste é porque simplesmente está distraída. Você tenta evitar a dor, mas às vezes ela escapa, e é dificil esconde-la.
Apenas abaixei minha cabeça.
Estava distraida olhando minhas lágrimas cairem no chão, quando senti suas mãos passando pela minha cintura, me envolvendo inteiramente. Ele estava me abraçando.
- Eu vou te ajudar, - ele disse baixinho, levantado minha cabeça. - a fazer a dor passar.
E continuou me abraçando.
Acenei com a cabeça. Sentia a linha de lágrima queimando pela minha bochecha.
- E que ser feliz é a coisa mais dificil que pode acontecer, não é?
Fechei meu olhos fortes, liberando algumas lágrimas. Sim, exatamente.
- Você tem vontade de chorar o tempo inteiro... E quando não está triste é porque simplesmente está distraída. Você tenta evitar a dor, mas às vezes ela escapa, e é dificil esconde-la.
Apenas abaixei minha cabeça.
Estava distraida olhando minhas lágrimas cairem no chão, quando senti suas mãos passando pela minha cintura, me envolvendo inteiramente. Ele estava me abraçando.
- Eu vou te ajudar, - ele disse baixinho, levantado minha cabeça. - a fazer a dor passar.
E continuou me abraçando.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Truth
Então, ele olhou nos meus olhos e disse: "Eu vou te amar pra sempre."
As mãos deles estavam nas minhas, e eu via os olhos dele cheios de lágrima.
Minhas bochechas já estavam cheias delas.
Eu sentia a respiração dele, e a força de suas palavras.
Sentia o calor de seu corpo próximo ao meu, sentia o vento passando por nós e nos notando, tudo ao meu redor apagara, mas eu estava mais viva do que nunca.
E pelo jeito que ele disse, pelo modo com que soou, pelo momento, e por ele. Por dentro dos seus olhos e pela batida no teu coração, pelas lágrimas que caíam...
Eu sei que ele falou a verdade.
E essas palavras sussuram no meu ouvido, e ecoaram pra sempre dentro de mim.
Apertei forte a mão dele. Eu não podia abraçar ele, porque não queria desviar meus olhos dos seus, mas apenas pelo toque de nossas mãos, já me senti abraçada. Eu não precisava falar, porque ele entendia o que eu sentia, e eu entendia o que ele sentia. Nos sentíamos do mesmo modo.
E radiávamos. Emitíamos nossas auras de sentimento. E eu estava feliz.
Porque eu me sentia segura com ele.
E porque eu também ia amar ele pra sempre.
As mãos deles estavam nas minhas, e eu via os olhos dele cheios de lágrima.
Minhas bochechas já estavam cheias delas.
Eu sentia a respiração dele, e a força de suas palavras.
Sentia o calor de seu corpo próximo ao meu, sentia o vento passando por nós e nos notando, tudo ao meu redor apagara, mas eu estava mais viva do que nunca.
E pelo jeito que ele disse, pelo modo com que soou, pelo momento, e por ele. Por dentro dos seus olhos e pela batida no teu coração, pelas lágrimas que caíam...
Eu sei que ele falou a verdade.
E essas palavras sussuram no meu ouvido, e ecoaram pra sempre dentro de mim.
Apertei forte a mão dele. Eu não podia abraçar ele, porque não queria desviar meus olhos dos seus, mas apenas pelo toque de nossas mãos, já me senti abraçada. Eu não precisava falar, porque ele entendia o que eu sentia, e eu entendia o que ele sentia. Nos sentíamos do mesmo modo.
E radiávamos. Emitíamos nossas auras de sentimento. E eu estava feliz.
Porque eu me sentia segura com ele.
E porque eu também ia amar ele pra sempre.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Forever Friends 3
-Daniel-
Cara, eu nunca tinha visto Dave agir assim. Quer dizer, ele sempre foi na dele, nunca se intrometeu muito. Mas foi legal da parte dele.
Bom, era óbvio que ela não estava curtindo muito o cara, só pela expressão-Jane-de-nojo que ela estava fazendo.
Então, Dave se levantou, entrou entre os dois, e disse, num tom baixo que só consegui entender lendo seus lábios: "Algum problema?"
Jane olhava para as costas de Dave, com as sobrancelhas franzidas.
O cara que recebeu a sentença olhou Dave te baixo acima.
Vamos lá. Dave não é malhado, mas é forte. E era bem uns 10 centímetros maior que o cara.
É óbvio que ele disse: "Não, nenhum."
E saiu de fininho.
Jane cutucou Dave nas costas.
"O que você... pensa que está fazendo?"
Dave desfez a cara de sério, e fez a cara Dave normal de Dave de sempre.
De impassível e inabalável. De quem tem tudo sobre controle, e você nunca sabe o que ele pensa.
Nem nunca saberá.
Talvez, Jane saiba.
"Nada. Só quis ajudar."
Jane continuou olhando para ele, abobalhada, enquanto ele fazia seu caminho de volta a nossa mesa e se sentou em seu lugar.
Como se nada tivesse acontecido.
Todos nós ficamos encarando eles, até Jane chegar com as bebidas quentes. Aparentemente, ela já esquecera o que aconteceu.
"Tomem cuidado para não queimarem a língua", disse ela. Eu dei um sorrisinho. As vezes ela parece nossa irmã mais velha, cuidando de nós. Ou nossa mãe - mas isso eu não menciono em voz alta, porque posso levar bronca dela.
Reparei, porém, que as vezes ela dava uma olhada para Dave, que continuava o mesmo Dave e não olhava pra ninguem e as vezes falava algum comentário inteligente.
Talvez ela não tenha esquecido do acontecimento, como aparenta.
Cara, eu nunca tinha visto Dave agir assim. Quer dizer, ele sempre foi na dele, nunca se intrometeu muito. Mas foi legal da parte dele.
Bom, era óbvio que ela não estava curtindo muito o cara, só pela expressão-Jane-de-nojo que ela estava fazendo.
Então, Dave se levantou, entrou entre os dois, e disse, num tom baixo que só consegui entender lendo seus lábios: "Algum problema?"
Jane olhava para as costas de Dave, com as sobrancelhas franzidas.
O cara que recebeu a sentença olhou Dave te baixo acima.
Vamos lá. Dave não é malhado, mas é forte. E era bem uns 10 centímetros maior que o cara.
É óbvio que ele disse: "Não, nenhum."
E saiu de fininho.
Jane cutucou Dave nas costas.
"O que você... pensa que está fazendo?"
Dave desfez a cara de sério, e fez a cara Dave normal de Dave de sempre.
De impassível e inabalável. De quem tem tudo sobre controle, e você nunca sabe o que ele pensa.
Nem nunca saberá.
Talvez, Jane saiba.
"Nada. Só quis ajudar."
Jane continuou olhando para ele, abobalhada, enquanto ele fazia seu caminho de volta a nossa mesa e se sentou em seu lugar.
Como se nada tivesse acontecido.
Todos nós ficamos encarando eles, até Jane chegar com as bebidas quentes. Aparentemente, ela já esquecera o que aconteceu.
"Tomem cuidado para não queimarem a língua", disse ela. Eu dei um sorrisinho. As vezes ela parece nossa irmã mais velha, cuidando de nós. Ou nossa mãe - mas isso eu não menciono em voz alta, porque posso levar bronca dela.
Reparei, porém, que as vezes ela dava uma olhada para Dave, que continuava o mesmo Dave e não olhava pra ninguem e as vezes falava algum comentário inteligente.
Talvez ela não tenha esquecido do acontecimento, como aparenta.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Rain
Eu estava com a cabeça cheia, então resolvi correr para a chuva. A chuva me traz sorte, não porque coisas boas acontecem durante ela, mas porque ela melhora tanto meu dia que só pode ser sorte.
A chuva me faz bem.
Olhei para cima, me rendendo contra a onda de frio e sanidade que me invadia.
Eu sentia os pingos me atingindo, e os lugares em que tocavam, queimando como uma brasa de alívio.
E a cada pingo, eu me sentia mais leve e sã.
Sentia meus pensamentos saindo de minha mente, e respirei aliviada.
A àgua que escorria de meu corpo pelos meus pés levava embora também meus problemas.
A chuva me faz bem.
Olhei para cima, me rendendo contra a onda de frio e sanidade que me invadia.
Eu sentia os pingos me atingindo, e os lugares em que tocavam, queimando como uma brasa de alívio.
E a cada pingo, eu me sentia mais leve e sã.
Sentia meus pensamentos saindo de minha mente, e respirei aliviada.
A àgua que escorria de meu corpo pelos meus pés levava embora também meus problemas.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Forever Friends 2
-Pietro-
Não leve a mal, mas Jane estava gata. Quer dizer todos nos sabíamos que ela era, mas acho que eu nunca tinha me tocado. Sempre vi ela mais como uma irmã... ou algo assim.
Mas naquele vestido eu totalmente não via ela como irmã. É óbvio, continuava sendo Jane, mas não consigo controlar meus pensamentos.
"Seus bobos" disse ela rindo, depois de ter tirado o vestido. Agora ela voltara a ser Jane normal."Vou levar esse" ela disse para a vendedora, apontando um vestido branco que ela escolhera. Depois do primeiro, ela não deixara mais nós vermos.
"Porque não leva o preto?" diz Daniel, disfarçando.
Jane olha para ele com o olhar Jane de "garotos...", e bufa.
Dave ri.
Dave anda meio quieto de uns tempos para cá, reparei. Na verdade ele sempre foi meio quieto.
Ele foi o primeiro a ser amigo de Jane, então sempre achei que por causa disso, eles tinham uma ligação especial. Ele só se abre com ela.
Ele é o "quieto" da turma, e o mais cobiçado pelas meninas. Isso deve ser porque ele nunca fica com nenhuma. Quer dizer, já ficou, mas nunca deu importância. Ele é nosso vocalista. Cantando vai ser provavelmente uma das únicas vezes que você irá ouvir a voz dele.
Nossa banda é formada por todos nós, menos Jane. Ela canta também, mas diz que não gosta, e ela que compõe as letras.
Jake é o baterista, Dave o vocalista, Daniel na guitarra e Alex no baixo. E eu, bem, no teclado.
Fomos para um cafeteria, que ficava do lado oposto da loja. Enquanto nós meninos pegavámos o lugar, Jane ia pedir as bebidas.
Enquanto ela ia, é claro, falávamos dela.
"Você viu como ficou bonita no vestido?" disse Alex, difarçando pois se ela se virasse, perceberia que falávamos dela.
"Sim!", disse Jake, "Quando foi que ela parou de usar calçar largas e boné?"
Dave soltou um risinho, e disse: "Há um bom tempo atrás."
Daniel olhou para ela. "E aparentemente não somos apenas nós que reparamos nela..."
No balcão, um cara se aproximou de Jane, e evidentemente a paquerava. Ela não parecia estar gostando muito, pois tentava se afastar.
Até que o cara pos o braço na cintura dela. Ela, tentou tirar, mas ele forçava.
Então aconteceu uma coisa muito estranha.
Dave se levantou e foi até lá.
Não leve a mal, mas Jane estava gata. Quer dizer todos nos sabíamos que ela era, mas acho que eu nunca tinha me tocado. Sempre vi ela mais como uma irmã... ou algo assim.
Mas naquele vestido eu totalmente não via ela como irmã. É óbvio, continuava sendo Jane, mas não consigo controlar meus pensamentos.
"Seus bobos" disse ela rindo, depois de ter tirado o vestido. Agora ela voltara a ser Jane normal."Vou levar esse" ela disse para a vendedora, apontando um vestido branco que ela escolhera. Depois do primeiro, ela não deixara mais nós vermos.
"Porque não leva o preto?" diz Daniel, disfarçando.
Jane olha para ele com o olhar Jane de "garotos...", e bufa.
Dave ri.
Dave anda meio quieto de uns tempos para cá, reparei. Na verdade ele sempre foi meio quieto.
Ele foi o primeiro a ser amigo de Jane, então sempre achei que por causa disso, eles tinham uma ligação especial. Ele só se abre com ela.
Ele é o "quieto" da turma, e o mais cobiçado pelas meninas. Isso deve ser porque ele nunca fica com nenhuma. Quer dizer, já ficou, mas nunca deu importância. Ele é nosso vocalista. Cantando vai ser provavelmente uma das únicas vezes que você irá ouvir a voz dele.
Nossa banda é formada por todos nós, menos Jane. Ela canta também, mas diz que não gosta, e ela que compõe as letras.
Jake é o baterista, Dave o vocalista, Daniel na guitarra e Alex no baixo. E eu, bem, no teclado.
Fomos para um cafeteria, que ficava do lado oposto da loja. Enquanto nós meninos pegavámos o lugar, Jane ia pedir as bebidas.
Enquanto ela ia, é claro, falávamos dela.
"Você viu como ficou bonita no vestido?" disse Alex, difarçando pois se ela se virasse, perceberia que falávamos dela.
"Sim!", disse Jake, "Quando foi que ela parou de usar calçar largas e boné?"
Dave soltou um risinho, e disse: "Há um bom tempo atrás."
Daniel olhou para ela. "E aparentemente não somos apenas nós que reparamos nela..."
No balcão, um cara se aproximou de Jane, e evidentemente a paquerava. Ela não parecia estar gostando muito, pois tentava se afastar.
Até que o cara pos o braço na cintura dela. Ela, tentou tirar, mas ele forçava.
Então aconteceu uma coisa muito estranha.
Dave se levantou e foi até lá.
Assinar:
Postagens (Atom)